“... Nascida na California começou a estudar violino aos quatro anos de idade e mais tarde aos dez entrou na Escola de Performances Artísticas Colbourn, onde começou a experimentação com improvisos. Aos quinze anos, Emilie conseguiu uma vaga na prestigiada Escola Universitária de Música de Indiana, em Bloomington, Indiana, mas abandonou após dois anos, devido conflitos com as autoridades universitárias contra seu gosto por música e vestimentas pouco ortodoxos. Em 2003 começou com suas gravações e lançou seu primeiro álbum. Emilie tem sua própria gravadora independente, a Trisol Music Group, por onde lançou seus quatro álbuns: Enchant [2003], Opheliac [2006], Laced/Unlaced [2007] e A Bit O' This & That [2007], além de Singles e EPs...”

Analisando o desempenho de palco, levando em consideração pontos como, a voz imposta, um tanto rouca, meio agoniada e com desafinações propositais, a roupa e suas próprias atitudes, eu diria que Emilie Autumn passa a imagem de uma “jovem mulher vitoriana”, porém que mostrando o seu lado não-recluso à sociedade, que seria a sua sensualidade de acordo com a época, que antes não era exibida da forma que ela o faz, ou até mesmo o que uma garota vitoriana fizesse entre quatro paredes de forma preliminar. As mulheres vitorianas, mesmo sendo mulheres do século XIX, não obstante passavam um ar de luxúria e ao mesmo tempo apaixonantes, qual homem naquela época talvez não perdesse a cabeça ao imaginar o que estariam vestindo por debaixo daqueles vestidos armados, porém alguns decotados por demais, e todas aquelas meias, luvas e chapéus? A questão é que Emilie Autumn traz de volta toda a magia da época da rainha Victoria para o século XXI de uma forma digamos, adaptada a era em que vivemos, e que talvez causa certa polêmica, mas nos leva a imaginar como seria aquele “mundo” de uma forma mais rebelde.
Confiram algumas músicas do disco Opheliac [2006].
Agradeço a visita e ao comentário, tenterei voltar mais vezes. abraço e bom final de semana para ti!
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